A ANI reconheceu a Invisible Meaning como entidade idónea em Investigação e Desenvolvimento.
As perceções sobre uma organização formam-se hoje num ecossistema com muitas camadas: pessoas, media, redes sociais, motores de pesquisa e, cada vez mais, modelos de linguagem. Cada camada seleciona, amplifica ou sintetiza sinais à sua maneira.
Tornar esses sinais comparáveis, contextualizados e úteis à decisão é o problema de investigação que orienta a Invisible Meaning desde 2020. Este trabalho de investigação e investimento contínuo em inovação conduziu ao Selo iD - o Reconhecimento de Idoneidade na prática de atividades de I&D atribuído pela ANI, no domínio "TIC - Novas formas de comunicação".
Um percurso de investigação, construído fase a fase
A investigação da IM. avançou por ciclos, cada um a responder a um problema que o anterior deixou à vista. Entre 2020 e 2021, o trabalho concentrou-se em modelar a reputação e os stakeholders a partir do modelo PESO, e em definir os vetores que permitem comparar setores e diferentes idiomas.
Em 2022, o problema passou a ser a escala: transformar grandes volumes de informação, em vários idiomas, em indicadores comparáveis sem perder contexto. É desse ciclo que nasce o Effectiveness Index.
A partir de 2023, a inteligência artificial alargou o campo de investigação: a leitura de sentimento por modelos de linguagem e uma base de conhecimento assente em RAG trouxeram novos problemas, como a rastreabilidade das fontes e a fidelidade da interpretação. Em 2025, esse trabalho chegou aos agentes autónomos, sistemas que orquestram tarefas de análise sob supervisão humana.
Da presença nas fontes à presença nas respostas
À medida que os modelos de linguagem se tornam uma camada de acesso à informação, a reputação ganha uma nova superfície de observação. Passa a ser relevante que fontes um modelo recupera, que atributos associa a uma organização e como essa representação varia entre modelos, idiomas e momentos.
No centro mantém-se uma ideia simples: antes de ser opinião, a reputação é sinal. Os media, as redes sociais e agora as respostas geradas por modelos de inteligência artificial são camadas onde esses sinais circulam e ganham peso antes de se tornarem perceção formal.
É esta a frente que a IM. investiga sob a designação GEO: observar a perceção de marca em sistemas generativos, enquanto ela se forma.
Investigação sob direção humana
A tecnologia amplia a análise; a direção é humana. Na prática, essa direção concretiza-se em quatro momentos: a definição do problema, a validação das fontes, a interpretação dos resultados e a decisão final. A IM. construiu esta capacidade de I&D com meios próprios, a reinvestir em investigação ano após ano.
O que o Selo iD reconhece, e o que permite
O reconhecimento atesta a idoneidade da IM. para a prática de I&D no domínio indicado, por 12 anos, até ao exercício de 2038. Nos termos aplicáveis e sujeito a validação do enquadramento, o reconhecimento pode tornar a IM. elegível para investimento por Fundos SIFIDE; e as despesas com serviços que configurem efetivamente atividades de I&D podem ser consideradas no SIFIDE dos seus clientes, desde que cumpridos os requisitos legais, fiscais e documentais aplicáveis.
O que vem a seguir
Fica a pergunta que orienta a próxima etapa: como circulam os sinais de reputação quando pessoas, plataformas e modelos participam na construção de significado?
Invisible Meaning - Turning Invisible Signals into Strategic Impact | Human-led. AI-amplified. Future-ready.